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Bairros da Amadora Unidos para Exigir Respeito à Camara

23 Mar

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Sa ta dekori um ataki a direitu di habitason di habitantiz en geral e imigrantis di Amadora en konkretu, ku demolisonz e despejus, riajojamentus autoritariuz, e aumento brutal di rendaz, ki dja afeta centenas di pissoaz ma ta ben afeta milhariz. Komunidadi di Amadora i nao so, nu djunta kurta-fera, 18h, 18h, KKKamara di Amadora na Assembleia di Habitason pa ixiji pes para.

Decorre um ataque ao Direito à Habitação dos habitantes em geral e dos imigrantes da Amadora em concreto, com demolições e despejos, realojamentos autoritários e um aumento brutal das rendas que já afectou centenas de pessoas e afectará milhares mais. Juntemo-nos quarta-feira, às 18h, em frente à KKKamara da Amadora na Assembleia da Habitação, para exigir que parem. 

an attack to the Right to Housing falls on all inhabitants, and particularly, to immigrants living in Amadora, that suffer evictions, demolition of their homes, oppressive rehousing, and brutal raise of rents, which already affected hundreds of people, and might affect thousands more. Let’s get together next wednesday, at 6pm, in front of Amadora’s City Hall, in the Housing Reunion, to demand a stop on these actions.

 

Comunicado do Colectivo Habita:

Os moradores e moradoras de vários bairros da Amadora estão a unir-se num protesto conjunto para dizer à Câmara Municipal BASTA! é preciso respeitar o direito humano à habitação e é preciso dialogar e construir soluções em conjunto, abandonando o autoritarismo, a chantagem e a violência contra as pessoas.

A iniciativa será um protesto/ concentração junto ao edifício da Câmara no dia em que o executivo estará a fazer a sua reunião publica mensal, onde os moradores pensam também intervir.

Famílias do Bairro de Santa FIlomena, Casal da Boba, Alto da Damaia/ Reboleira, Casal da Mira, Estrela de África estão a juntar-se. Queixam-se de despejos forçados sem qualquer alternativa que atiram pessoas para a rua; queixam-se de realojamentos autoritários e propostas indecentes de colocar um número exagerado de pessoas na mesma casa; outras queixam-se de aumentos insuportáveis de rendas que estão a empobrecer famílias que já vivem com dificuldades. A isto junta-se a violência policial impune.

Não há qualquer capacidade de diálogo por parte deste executivo, o qual trabalha mais facilmente para fundos de investimento imobiliário dos bancos do que para proteger a vida, a estabilidade e os direitos das famílias residentes na Amadora.

Participa, toda a Solidariedade é Bem Vinda!!! – Colectivo Habita

 
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Publicado por em Março 23, 2014 em Plataforma Gueto

 

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